Dubai e as Maravilhas da Engenharia Moderna - Reportagem 13/09/2011
Engenheiros temem que obras da Copa não fiquem prontas a tempo - Reportagem 14/09/2011
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Dubai é a cidade que mais cresce no mundo. A antiga vila de pescadores e comerciantes, beduínos, indianos e persas, teve sua economia exponencialmente impulsionada depois da descoberta de petróleo na região, se tornando, na época, uma das cidades que mais cresceu economicamente no mundo. E hoje, graças a uma administração fantástica do Sheikh Mohammed, emir de Dubai, esse crescimento econômico está garantido por muito mais tempo. Este ambicioso homem, querendo satisfazer seus desejos luxuosos, garantiu uma economia forte e estável a longo prazo para o seu emirado.
O Sheik, sabendo que o petróleo é uma fonte finita de renda e que suas reservas estavam se esgotando, transformou a cidade num canteiro de obras. Investiu tudo o que pôde da receita proveniente da comercialização do petróleo para garantir um futuro promissor para o emirado. Esse investimento fortíssimo, no setor da construção civil, fez de Dubai a cidade do futuro. A cidade inovou com suas obras faraônicas, com designs arrojados, arquitetura ousada e chamativa, e que desafiam as leis da física, chamando a atenção dos melhores engenheiros do mundo.
O Sheik, sabendo que o petróleo é uma fonte finita de renda e que suas reservas estavam se esgotando, transformou a cidade num canteiro de obras. Investiu tudo o que pôde da receita proveniente da comercialização do petróleo para garantir um futuro promissor para o emirado. Esse investimento fortíssimo, no setor da construção civil, fez de Dubai a cidade do futuro. A cidade inovou com suas obras faraônicas, com designs arrojados, arquitetura ousada e chamativa, e que desafiam as leis da física, chamando a atenção dos melhores engenheiros do mundo.
O crescimento da construção civil em Dubai, foi um investimento estratégico, visando um grande retorno econômico por parte do turismo. As mega construções chamam a atenção de pessoas por todo o mundo, e é por isso que Dubai não para de crescer. Os principais pontos turísticos da cidade são: Burj Al Arab, o primeiro hotel 7 estrelas do planeta; Burj Dubai, o edifício mais alto do mundo; Palm Island, uma ilha artificial no formato de uma palmeira; The World, um conjunto de trezentas ilhas artificiais formando o desenho do mapa-múndi; Creek, um canal do mar que divide a cidade ao meio; Ski Dubai, pista de esqui na neve no meio do deserto; entre outras mega construções.
É notavel o contraste existente entre o governo brasileiro e o de Dubai. Enquanto um lidera a cidade que mais investe na construção civil, o outro conduz um país que se faz algum investimento, visando uma estabilidade econômica a longo prazo, é mínimo. Um país que está prestes a sediar a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, os dois maiores eventos esportivos do planeta, deveria tomar Dubai como exemplo e aproveitar essa oportunidade para alavancar a economia nacional.
O único problema é que o Brasil está longe dessa realidade. Faltam menos de 3 anos para o início da Copa e apenas 3% dos recursos previstos no orçamento das obras foram liberados. Como projetos de aproximadamente R$ 11,7 bilhões não costumam ter um tempo de execução curto, essas obras já deveriam estar num estágio bem mais avançado. Esse preocupante atraso, em conjunto com o descaso do governo, mostram que a descrença de grande parte da população brasileira a respeito da palavra progresso, inscrita na bandeira nacional, possui fundamentos. Afinal, até mesmo o presidente do Confea ( Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia ) está descrente de que as obras serão finalizadas dentro do prazo.
A exepcional estratégia do emir, de fato, transformou Dubai numa grande potência mundial no setor do turismo, e que continua crescendo. Uma prova de que uma boa administração, de um governo honesto e inteligente, é o principal fator que leva os países ao desenvolvimento. O Brasil, além de possuir recursos suficientes para alcançar o tão desejado desenvolvimento, conta com condições climáticas muito favoráveis, o que falta é uma boa administração que proporcione uma utilização racional desses recursos.
Texto Argumentativo - Thiago Prates Laraya 74785
Curiosidades:
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