quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Construindo o popular
Fonte da matéria: http://www.zap.com.br/revista/imoveis/tag/parede-de-concreto/
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=sdv3G292wL4
Essa matéria publicada pelo estado de São Paulo e postada no site www.zap.com.br, me chamou muita atenção pelo fato de retratar exatamente o futuro da construção civil.
A obra que sou estagiária em campinas atualmente, trabalha com bloco estrutural, e como já tive contato com esse método da parede de concreto, consegui facilmente enxergar os benefícios e os malefícios deste método relativamente novo no Brasil. O vídeo ilustra esse tipo “novo” de construção.
O custo inicial realmente é mais alto, porém a relação custo/benefício se torna muito mais atraente em obras rápidas, pois o gasto com mão-de-obra é reduzido ao mínimo!
A parede de concreto é uma tecnologia relativamente nova no Brasil, e vem sendo empregada geralmente em obras de baixo custo por alguns motivos. Quando se constrói com fôrmas, a instalação hidráulica e elétrica já é embutida na parede antes da concretagem, portanto em construções de alto nível, não é aconselhável (Por não oferecer opção de alteração, nem de grande variedade). Isso ocorre rápido e facilmente quando existe apenas um tipo de projeto, tornando o trabalho mecânico e não cansativo. Na questão de acabamento, as paredes de concreto não são aconselháveis também, pelo fato de o aspecto final não atender as exigências que são requeridas pelo alto padrão.
Com esse grande aumento do setor construtivo, as grandes empresas buscam novas alternativas para a aceleração das construções. Entra então o método das paredes de concreto... Apesar de não atender bem o alto padrão, atende bem o baixo pela velocidade da construção. Como a matéria diz, esse método construtivo é muito mais acelerado do que os convencionais, e é exatamente neste aspecto que as empresas investidoras desta modalidade lucram. Por construir com muita rapidez, a medição mensal é sempre positiva, e a mão-de-obra, pela agilidade, compensa ser rotativa, o que torna o valor final mais compensador ainda. A principal fonte de lucro é a quantidade construída e o desperdício de material é quase zero.
É muito interessante trabalhar com esse método pelo fato de ser um método novo e muito eficaz, mas o melhor é absorver todo este conteúdo na prática! É realmente impressionante ver os prédios ‘subirem’ numa velocidade superior ao acostumado.
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=sdv3G292wL4
Essa matéria publicada pelo estado de São Paulo e postada no site www.zap.com.br, me chamou muita atenção pelo fato de retratar exatamente o futuro da construção civil.
A obra que sou estagiária em campinas atualmente, trabalha com bloco estrutural, e como já tive contato com esse método da parede de concreto, consegui facilmente enxergar os benefícios e os malefícios deste método relativamente novo no Brasil. O vídeo ilustra esse tipo “novo” de construção.
O custo inicial realmente é mais alto, porém a relação custo/benefício se torna muito mais atraente em obras rápidas, pois o gasto com mão-de-obra é reduzido ao mínimo!
Com o avanço da tecnologia, atualmente o setor da construção civil passa por grandes mudanças com relação a: tempo, custo, qualidade e outros itens, pelas obras afora.
A parede de concreto é uma tecnologia relativamente nova no Brasil, e vem sendo empregada geralmente em obras de baixo custo por alguns motivos. Quando se constrói com fôrmas, a instalação hidráulica e elétrica já é embutida na parede antes da concretagem, portanto em construções de alto nível, não é aconselhável (Por não oferecer opção de alteração, nem de grande variedade). Isso ocorre rápido e facilmente quando existe apenas um tipo de projeto, tornando o trabalho mecânico e não cansativo. Na questão de acabamento, as paredes de concreto não são aconselháveis também, pelo fato de o aspecto final não atender as exigências que são requeridas pelo alto padrão.
Com esse grande aumento do setor construtivo, as grandes empresas buscam novas alternativas para a aceleração das construções. Entra então o método das paredes de concreto... Apesar de não atender bem o alto padrão, atende bem o baixo pela velocidade da construção. Como a matéria diz, esse método construtivo é muito mais acelerado do que os convencionais, e é exatamente neste aspecto que as empresas investidoras desta modalidade lucram. Por construir com muita rapidez, a medição mensal é sempre positiva, e a mão-de-obra, pela agilidade, compensa ser rotativa, o que torna o valor final mais compensador ainda. A principal fonte de lucro é a quantidade construída e o desperdício de material é quase zero.
É muito interessante trabalhar com esse método pelo fato de ser um método novo e muito eficaz, mas o melhor é absorver todo este conteúdo na prática! É realmente impressionante ver os prédios ‘subirem’ numa velocidade superior ao acostumado.
Laboratório em Obra (Materiais de Construção II)
Logo é segunda-feira e assim pela manhã a professora já entra na sala, acomodou-se e começou a nos passar o material preparado.
Após uma breve conversa, foi iniciada a matéria com uma explicação minuciosa de como devem ser feitos os relatórios das aulas práticas (realizadas em laboratório)...
A produção de concreto na obra:
-Espalhar a areia; - Adicionar o cimento; - Abrir uma fissura circular no centro e adicionar brita e água; (Isto quando o concreto for feito diretamente no solo)
-Colocar a brita e água; - Adicionar cimento; - Adicionar areia; (Concreto misturado na Betoneira)
Em casos de quantidades excessivas é viável o concreto usinado, este é comprado em concreteiras (empresas especializadas em traços de concreto em geral, sendo aditivados ou não).
No decorrer do ensaio 2 (Determinação da consistência do abatimento na obra) mais conhecido como Teste Slump, aprendemos sobre a utilidade de conhecer a liquidez do concreto (Teoricamente, Quanto mais água adicionada menor a resistência e também há maior risco de segregação ao vibrar para infiltrar em armaduras que serão muito tracionadas) e também como fazer o teste. Para a execução são necessários equipamentos determinados pela norma e um técnico laboratorial. Simplificando :
_O concreto é colocado num cone metálico em três camadas de altura aproximadamente iguais (Cada camada deve ser “socada” com um pontalete metálico) e então quando retirado o cone, o concreto se acomoda na chapa que está imediatamente abaixo do cone e a altura final é medida, sabendo finalmente quão ‘abatido’ está o concreto. (Vide figura)

Os testes laboratoriais são de extrema importância em todos os casos, pois para cada situação da obra é determinada uma resistência e um adensamento especifico pelo engenheiro calculista e essas determinações devem ser seguidas como sendo um parâmetro mínimo para que a construção suporte toda a carga nela depositada SEM ROMPER. (x
Descatracalização da sociedade – Cristo.

Não é de hoje que vivemos numa sociedade completamente catracalizada, ou seja, controlada em todas as áreas da vida de um ser humano normal, como eu e você. Não é possível determinar se este fato ocorre devido à tentativa de controle excessivo do governo.
Pensemos...
Tudo que fazemos é controlado, em qualquer situação... E geralmente, através da comunicação, seja ela falada ou não. Encontramos exemplos em qualquer ambiente:
- Meios de transporte; - Mídia; - Vida acadêmica; - Etc.
O controle que é exercido sobre a sociedade, mesmo sendo muito aparente e de certa forma ruim, é aceito por todos ao passo que isso é determinado como fator de segurança. Segurança esta que nos priva de uma liberdade natural.
Alienação refere-se à diminuição da capacidade dos indivíduos em pensar em agir por si próprios.
A forma de controle mental, também exercida diretamente e se possível, sobre TODA a sociedade é incrível. A prova mais coerente que imagino é simplificada em uma palavra: “moda”. Generalizando, tudo que esta na moda é legal e bonito, inclusive a religião - só que o foco apresentado pela moda religiosa está um pouco equivocado, pois sabemos que o correto seria um foco Teocentrista e não Antropocentrista... E mesmo muitos dizendo que não, basta observar e chegaremos que a conclusão é o oposto. Atualmente a vida cristã é vivida apenas dentro da igreja ou nem este espaço é respeitado, tornando a religião apenas de nome!- (Voltando) Generalizando, tudo que esta na moda é padronizado como o melhor pela sociedade.
Todos tentam se encaixar nos padrões ditados pela sociedade ‘moderna’ não percebendo o quão alienado estão em futilidades que atualmente são irrefutáveis porque um dia alguém com grande influência disse que era a melhor coisa do mundo.
Até o ser humano perceber sua impotência e completa dependência divina, e apenas divina, continuará vivendo num mundo catracalizado, ou seja, controlado por outros seres que não se importam com o que você é ou deixa de ser, e sim com o que você tem e como você finge que vive.
Segundo Karl Marx, a Religião é o ópio do povo por causar grande alienação na sociedade.
Se formos analisar por todos os pontos de vista então todos nós somos alienados, mas olhando do ponto de vista cristão (o meu), nós somos libertos da “verdade relativa” de que todo ser humano pode criar a verdade que quiser.
Só existe uma verdade e esta verdade é uma pessoa – Cristo.
domingo, 16 de outubro de 2011
Uma Experiência Inesperada
Certo dia, depois de passar algumas horas fazendo levantamentos topográficos
no UNASP, fui surpreendido ao voltar para casa e encontrar com o carteiro em
frente ao portão. Era uma sexta-feira ensolarada o dia em que Jaime me trouxe
uma das correspondências mais importantes que já recebi: a resposta da
University of London, uma universidade em Londres, na qual eu havia me inscrito
num programa de bolsas de estudo na área de Tecnologia das Mega Construções.
A carta dizia:
“Dear Thiago, congratulations! Your request to join the Mega Structures’s
Technology classes was approved. We suggest you to contact us as soon as
possible to prevent potential concerns. The University of London is waiting for
you.
Sincerely, Kenni Whisp.”
Fiquei estasiado quando soube que fui aceito e, no mesmo instante,
comecei os preparativos para a viagem.
Seis meses depois, já havia terminado o curso de Inglês Intensivo
Aplicado à Engenharia e pude dar início ao curso de TMC. Durante esse periodo
inicial, um dos professores levou a turma para fazer visitas a grandes
monumentos históricos como a Torre de Londres, o Palácio de Westminster, a
Abadia de Westminster, entre outros. O que me deixou mais interessado foi o Big
Ben, o relógio mais famoso do mundo. No dia em que fomos visita-lo, o Sr.
Scamander disse que, assim como a Torre de Pisa, o Big Ben estava se
entortando, porém numa escala bem menor.
Fiquei muito curioso e fui perguntar ao professor qual o motivo de tal
acontecimento. A resposta que recebi foi:
- Não sabemos ainda, ao certo, o que vem causando essa inclinação, mas
um grupo da University of London, supervisionado por mim, foi encarregado de
fazer as investigações. Você não tem interesse em juntar-se a nós?
Fiquei sem palavras. Mal haviam começado as aulas e o professor estava
dando uma oportunidade dessas a um aluno estrangeiro e novato. Sem acreditar no
que acabara de acontecer, respondi que adoraria participar e ele me passou os
horários dos próximos encontros.
Poucos dias depois, observando tudo o que acontecia ao redor do relógio
e a todos os intempéries dos quais ele foi submetido nos ultimos anos,
conseguimos listar algumas possíveis causas da inclinação de 0,26o NO que ele sofreu,
tais como: um pequeno equívoco no planejamento da fundação do patrimônio britânico,
instalado sobre o solo argiloso das margens do rio Tâmisa; e um pequeno
desalinhamento encontrado na construção executada em 1858 e que, certamente, não
foi planejada pensando em possíveis obras no subsolo, como a expansão do metrô. Relacionando-as,
chegamos à conclusão de que ambas contribuiram um pouco para que o edifício
apresentasse essa deformação.
Apesar de tudo, não existe urgência em imobilizar a torre do relógio se
nada de extraordinário, que acentue muito essa inclinação, acontecer. Caso
contrário, a melhor solução encontrada para estagnar o monumento seria uma obra
de fortificação da base, no mesmo estilo das obras adotadas na Torre de Pisa
que estabilizaram a estrutura com uma inclinação de 4 metros.
A oportunidade de acompanhar essa investigação
tão de perto é, com certeza, para poucos, e vou me lembrar para sempre com muito
orgulho de ter feito parte de uma equipe tão qualificada.
Atividades Complementares
Parei meu carro em frente à casa do Gilberto. O filho dele
tava ali me esperando vestido no seu casaco de moletom, duro de frio e
segurando uma pastinha de plástico cheia de papéis. O pai dele tinha me pedido
pra ajuda-lo a fazer umas atividades complementares pra faculdade nas férias de
julho. Não sabia exatamente do que o piá precisava, mas não devia ser algo
muito diferente do que eu precisei na minha época de estudante. Ele abriu a
porta, entrou no meu carro com um sorriso fingido e apertou a minha mão com
força:
- Bom
dia Sr. Denilson!
- Bom
dia. Como é mesmo o teu nome? – E acelerei o carro.
-
Emerson.
- E eu
sou o Denison.
- Ah!
Denison... Me desculpa.
-
Esquenta não. Mas, me diga, do que que tu precisa mesmo?
- Então
Sr. Denison, eu tô estudando engenharia civil lá no UNASP e preciso fazer
atividades complementares. Dentre algumas opções, eu posso fazer visitas
técnicas à obras acompanhadas por um engenheiro civil.
- Ah
sim. Estudei no UNASP também.
- É
mesmo?
- Sim, e fiz visitas técnicas a obras pra ganhar horas complementares também.
- Uau,
que legal!
- Bom,
então vamos fazer assim: Agora eu tenho que ir lá no escritório de qualquer
jeito. Daí lá a gente vê quem que vai
visitar obra...
- Com o
que que você trabalha?
- Cálculo
estrutural, orçamentos, compras de material, enfim. É mais serviço de
escritório mesmo. Eu vou pouco em obra. Mas não esquenta não. Vou ver com o meu
chefe se eu posso ir lá contigo, mas se não der, você vai com outra pessoa.
Chegamos
ao escritório. Estacionei o carro e levei o guri pra dentro. Passei
cumprimentando o pessoal e fui direto à sala do chefe.
- Bom
dia Dr. Ítalo.
- Bom
dia.
-
Ítalo, esse aqui é o Emerson.
- Bom
dia Emerson. – E sorriu amigavelmente
- Ele
estuda engenharia civil e precisa visitar umas obras pra ganhar horas
complementares na faculdade...
- Ah sim,
ele pode vir comigo!
- O
senhor vai visitar alguma obra hoje?
- Sim,
lá naquele edifício na rua XV de Novembro vai chegar um carregamento de aço...
- Ah, é
verdade... Você vai fazer aquele esquema de pesar o caminhão na balança da
prefeitura, né?
- Com
certeza! Por acaso tá escrito “troxa” na minha testa? – Falou enquanto passava
os dedos sobre a testa como se fossem as letrinhas.
Eu
comecei a rir e o Ítalo também, foi um momento nostálgico, lembramos dos tempos
de sala de aula. O Emerson ficou quieto porque não entendeu o motivo da graça.
Ele abriu sua pastinha, pegou um papel e falou (acabando com os nossos risos):
- Daí
eu vou precisar que o senhor assinasse esse papel.
- Deixa
eu dar uma olhada – Disse o Dr. Ítalo.
DECLARAÇÃO
PARA FINS ACADÊMICOS
Atividades
Complementares
Declaramos que_____________________________________,
aluno(a) regularmente matriculado(a) no ___________ semestre do Curso _______________
do Centro Universitário Adventista de São Paulo – EC – UNASP, participou da seguinte
atividade:
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ com duração de _______ horas.
Local:
_________________________________________________ Data: _____de_________________de________
Autoridade Competente:_______________________________
___________________ _________________
Assinatura Acadêmico
- É um documento que
comprova que eu fiz a atividade complementar - Explicou Emerson - O senhor
precisaria escrever seu nome no campo "Autoridade Competente" e
assinar à esquerda.
- Ok. – Disse o Dr. Ítalo ao Emerson– Pode deixar seu
material sobre a minha mesa se quiser.
- Ítalo – eu interrompi – então eu vou ali continuar aquela
planilha de ontem, beleza?
- Ah sim, se possível termine-a essa manhã.
Me despedi dos dois e
fui para a minha mesa. Recordei dos tempos de aluno, quando eu tive aulas com o
Dr. Ítalo, quando eu fiz visitas técnicas a obras, quando eu escrevia aquele
blog... Bons tempos.
Aula de Geologia
Acabou de começar a aula. Como sempre, o professor chegou pontualmente. Sua vestimenta é típica, camisa e calça clara. Ele rapidamente arruma o microfone e começa a aula explicando o PowerPoint. O seu conhecimento técnico na área de geologia é incrível! Cada vez que suas teorias e comprovações são expostas para a classe, eu fico pensando “tem muitas coisas que eu não sabia sobre esse assunto”. A sua aula é rica em detalhes! Não é por acaso que o seu mestrado e doutorado são com base em rochas de vulcanismo basáltico fissural (expressão não mais usada atualmente). É evidente seu domínio no assunto. De repente, um aluno entra na sala; o professor para, pensa e comenta:
-É muito comum hoje em dia o aluno entrar em sala, no meio da aula, e sair cumprimentando os colegas, falando alto, sem se preocupar com o professor ou os colegas. Isso não acontecia em meu tempo. A sociedade está mudada.
Acho interessantes suas análises. Bem, a aula continua...
Com o fim do slide, eu já sei que a prova desse assunto está próxima. São poucas aulas para a aplicação da prova; teremos cerca de cinco.
No fim das contas, acho que esse método está sendo bom.
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